Rock in Rio começa com emoção e rock pesado

Fãs da banda Iron Maden chegam ao Rock in Rio – Foto: Gilbert Santos/Divulgação – Blog do Arcanjo

Festival volta após três anos de ausência

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
@miguel.arcanjo

O Rock in Rio chegou com emoção nesta sexta, 2 de setembro. Após ausência de três anos, a Cidade do Rock voltou a receber o público, em êxtase.

Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, acompanhou tudo de perto, acompanhado da vice-presidente executiva, Roberta Medina.

Dia 1

No dia do metal, uma tradição em todas as edições do festival, grandes ícones do gênero passaram pelo Palco Mundo e pelo Sunset, atraindo fãs de diversos lugares e varias idades.

O Espaço Favela mostrou que tem funk, tem samba e também tem rock pesado de muita qualidade sendo produzidos pelos músicos das comunidades. Quem esteve na Cidade do Rock no primeiro dia de festival também pôde aproveitar os novos brinquedos — como o Carrossel e o Discovery — acompanhar os novos talentos da música no Supernova, dançar ao som da música eletrônica e se divertir com os jogos da GamePlay Arena, entre muitas atrações.

No Palco Mundo, o headliner IRON MAIDEN foi a penúltima banda a se apresentar. Os veteranos britânicos investiram nos efeitos pirotécnicos e incendiaram o público ao som de clássicos como “Fear of the dark”, “Trooper” e “Run to the hills”. Os fãs da banda foram ao delírio quando um boneco gigante da mascote Eddie surgiu no palco vestido de samurai, em referência ao último álbum da banda, “Senjutsu” — inspirado na cultura japonesa e lançado em 2021.

Abrindo a noite no Palco Mundo, a Orquestra Sinfônica Brasileira foi ovacionada pelo público antes da entrada dos músicos do Sepultura. Em uma apresentação criada especialmente para o festival, juntos eles homenagearam grandes nomes da música clássica, como Vivaldi e Beethoven, equilibrando com sucessos da banda como “Roots Bloody Roots” e “Refuse / Resist”.

Dia 2

O segundo dia de Rock in Rio foi marcado pelos detalhes pensados para transportar o público para outros países, pela história do festival e até mesmo para momentos de introspecção e reflexão. Da Rock Street Mediterrâneo até as atrações das arenas — NAVE, Uirapuru e GamePlay Arena — passando pela instalação dos Gêmeos e a Rota 85, o público teve uma infinidade de atrações para complementar a experiência do maior festival de música e entretenimento do mundo.

Mas, para quem não abre mão de dançar e cantar com seus artistas favoritos, o dia foi de shows memoráveis no Palco Mundo, com apresentações de Alok, Jason Derulo, DJ Marshmello e Post Malone, além de um dia dedicado ao rap com encontros únicos que só o Sunset proporciona.

Sobre o Rock in Rio 

O Rock in Rio foi criado para dar voz a uma geração e promover experiências únicas e inovadoras. Em 1985, o evento foi responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais. Batendo recordes de público a cada edição e gerando impactos positivos nos países onde é realizado, se consagrou como o maior festival de música e entretenimento do mundo. Consciente do poder disseminador da marca, hoje o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável.

A internacionalização da marca começou por Portugal, Lisboa, em 2004, onde o evento acontece até hoje, seguido por Espanha (Madri) e pelos Estados Unidos (Las Vegas). No Rock in Rio, os números não param de crescer. Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 10 milhões de visitantes nestas 21 edições. Em 37 anos, o festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de experiências, mas muito além disso, cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro.

Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, o Rock in Rio preza pela construção de um mundo melhor e se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. Em 2013, foi reconhecido por seu poder realizador ao receber a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis. Desde a primeira edição, já gerou 237 mil empregos diretos e indiretos e investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 110 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros.

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Um dos mais influentes e respeitados jornalistas e críticos culturais do Brasil, Miguel Arcanjo Prado dirige o Blog do Arcanjo e o Prêmio Arcanjo. É mestre em Artes pela UNESP, pós-graduado em Mídia e Cultura pela ECA-USP, bacharel em Comunicação Social pela UFMG e crítico da APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes, da qual foi vice-presidente. Coordena a Extensão Cultural da SP Escola de Teatro e faz o Podcast do Arcanjo. Foi eleito entre os melhores jornalistas de Cultura do Brasil pelo Prêmio Comunique-se e Prêmio Governador do Estado de São Paulo. Passou por Globo, Record, R7, Record News, Folha, Abril, Contigo, Superinteressante, Band, Gazeta, UOL, Uma, Rede TV!, TV UFMG e O Pasquim 21. É jurado das premiações Prêmio Arcanjo, Sesc Melhores Filmes, Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Destaque Digital, Melhores do Ano Guia da Folha, Prêmios ANCEC e Prêmio Canal Brasil de Curtas. É vencedor do Troféu Nelson Rodrigues, Prêmio Destaque em Comunicação Nacional ANCEC, Troféu Inspiração do Amanhã e Prêmio África Brasil.
Foto: Edson Lopes Jr.
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