Semana Ismael Ivo reúne grandes nomes da dança e da cultura na Adaap e SP Escola de Teatro

Um dos maiores bailarinos de todos os tempos, o brasileiro Ismael Ivo (1955-2021), será homenageado nos próximos dias com a Semana Ismael Ivo. A organização é da Adaap (Associação dos Artistas Amigos da Praça), que administra a SP Escola de Teatro, instituição ligada à Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. O evento é realizado com grandes nomes da dança e da gestão cultural, de 9 a 13 de novembro de 2021, em cinco encontros, com temáticas diversas do universo da dança, de terça a sexta-feira, às 19h, e no sábado, às 11h, sempre transmitidos no Youtube da SP Escola de Teatro.

Morre Ismael Ivo, grande bailarino e coreógrafo - Foto: Divulgação/Municipal - Blog do Arcanjo 2021
Ismael Ivo, grande bailarino e coreógrafo – Foto: Divulgação/Municipal – Blog do Arcanjo 2021

Programação
Semana Ismael Ivo

09/11 – TERÇA

Corpo Preto na Cena da Dança
com Rui Moreira e Inaicyra Falcão e mediação de Elísio Pitta

Rui Moreira

Bailarino, coreógrafo e investigador de culturas com trajetória profissional de mais de 30 anos, é um dos ícones da arte de dançar no Brasil. Atuou nas companhias: Cisne Negro, Balé da Cidade de São Paulo, Cia. SeráQuê?, Cia. Azanie (França), e no Grupo Corpo. Coreografou diversos elencos dentre eles a Cisne Negro Cia de Dança, o Balé do Teatro Guaíra e a São Paulo Companhia de Dança. Sua formação artística mescla danças modernas, balé clássico, danças populares brasileiras e dança contemporânea africana. Foi agraciado com a “Medalha da Inconfidência” pelo governo do Estado de Minas Gerais, um merecido reconhecimento pela longa e profícua atuação artística e social em todo território do nacional e nos países onde levou os valores da arte e cultura do Brasil.

Inaicyra Falcão

Inaicyra Falcão dos Santos é bailarina, coreógrafa, atriz, cantora lírica, pesquisadora das tradições africano-brasileiras. Desde 1990, é professora doutora do Departamento de Artes Corporais da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), atuando na área de danças brasileiras, culturas e ancestralidade. Nasceu em Salvador, Bahia, sendo filha do mestre Didi e neta de Mãe Senhora, popular yalorixá da Bahia, do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá.
Inaicyra freqüentou cursos na área de Dança Moderna e Jazz em escolas americanas e européias, com destaque para o Studio Alvin Ayle, em Nova York, o Laban Centre for Movement and Dance, em Londres e a Schola Cantorum, em Paris. Em 1972, Inaicyra Falcão graduou-se no curso de dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). De 1982 a 1984, realizou estudos e pesquisas na Universidade de Ifé e Ibadan na Nigéria, onde concluiu seu mestrado em Artes Teatrais. Em 1996, concluiu seu doutorado na área de Educação, pela Universidade de São Paulo (USP), com o título de Da Tradição Africana Brasileira a uma Proposta Pluricultural de Dança-Arte-Educação.

Elísio Pitta

Desde 2000 Elísio Pitta atua como Coordenador Geral do Instituto Oya, em Salvador; em 2002 fundou o Balé da Mata Companhia de Danças, no qual é Diretor Artístico e Coreógrafo Residente, deu início a importantes projetos de colaboração internacional: Com a Kinetica Arts Links, de Londres, com Resurrection Dance Theater do Haiti, e Coliseu Cultural. Em 2003 foi um dos laureados com o prêmio “Prince Claus Awards”, para o qual desenvolveu o projeto Impressões Haitianas Raízes Brasileiras em 2004. Desde 2003 atua como Consultor Artístico para Magic Life der Club International, Brasil e Europa. Durante os anos 2007-2011 foi Conselheiro de Cultura do Estado da Bahia. Diretor Artístico da Companhia C Dança Negra Contemporânea, 2008 – presente; Diretor Artístico do Encontro Internacional de Dança Negra, 2008; Diretor Executivo Centro de Articulação e Referência da Dança Negra CARDAN, 2008 – presente; Membro da Comissão Julgadora do 1º Prêmio de Expressões Afro Brasileiras 2011 Fundação Palmares/CADON; Membro da Comissão Julgadora Prêmio Clauss Vianna, FUNARTE 2010; Palestrante na Semana Negra de Dança 2011, Centro Coreográfico-RJ; Diretor Artístico Associado, Terreiro Contemporâneo de Dança, RJ 2012 – presente; membro do Conseil Internationale de la Dance, CID-UNESCO desde 2010.

10/11 – QUARTA

Conexões da Dança no Mundo
com Regina Advento, Francesca Harper e Ingrid Silva, mediação de Leilane Teles

Regina Advento


A bailarina, coreógrafa e cantora Regina Advento, de 53 anos, é um dos principais nomes do grupo criado por Pina Bausch (1940-2009), ícone da dança contemporânea. Radicada há 22 anos na Europa, a mineira está entre as estrelas mais premiadas da companhia alemã. Atualmente, mora com o marido e a filha na cidade de Wuppertal. O Grupo Corpo foi o diferencial na vida de Regina, a grande escola. Nascida no Aglomerado da Serra, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, ela começou a dançar ainda criança para aplacar a impulsividade. Além de se dedicar aos ensaios, estudou filosofia e cursa mestrado em cultura da dança na Universidade de Esporte de Colônia.

Francesca Harper


Bailarina e coreógrafa nova-iorquina, Francesca Harper tem um longo histórico profissional, tendo passado pelo Dance Theatre of Harlem, em Nova York. Um dos pontos altos da sua carreira se deu sob a direção do coreógrafo William Forsythe no Ballet Frankfurt, onde foi solista por 5 anos. Em Frankfurt, Francesca trabalhou com os designers Issey Miyake e Gianni Versace, e atuou no filme Dancing Pleats, uma retrospectiva de 30 anos do trabalho de design de Issey Miyake no Japão. De volta a Nova York, Harper coreografou obras para o Alvin Ailey American Dance Theatre. As suas criações também já foram apresentadas no Ailey II, Tanz Graz, Hubbard Street II, Dallas Black Dance Theatre, entre outros. Harper também serviu como consultora de balé para o filme Cisne Negro, de Darren Aronofsky, e estrelado por Natalie Portman. Portman ganhou um Oscar por sua atuação na produção.
Francesca também foi destaque na ópera Zinnias – The Life of Clementine Hunter, dirigido por Robert Wilson. Ela recebeu um Prêmio de História Viva em 2013 durante o mês da história negra da Universidade de Long Island, em Nova York, nos Estados Unidos.

Leilane Teles


Bailarina, coreógrafa e intérprete-criadora formada pela Escola de Dança da FUNCEB, em Salvador, na Bahia. Integrou o elenco da companhia Augusto Soledade Brazzdance e o Balé Jovem de Salvador, dirigida por Matias Santiago, e participou ainda do projeto BTCA Memórias, com o Balé do Teatro Castro Alves, na remontagem do balé Sertania, de Lia Robatto. Fez residência artística na Bienal de Veneza, na Itália, sob a direção de Ismael Ivo, onde trabalhou com coreógrafos como William Forsythe e Wim Vanderkeybus e companhias como Rosas, de Anne Teresa De Keersmaeker, e o Stuttgart Ballet. Ao longo de sua carreira, tem desenvolvido e criado videodanças, consolidando sua experiência como coreógrafa, diretora e editora de vídeo e intérprete-criadora. É também cantora e atriz, tendo participado de várias montagens de teatro musical brasileiro e estrangeiro, no Brasil e fora dele. Entre as peças que se destacam em sua trajetória estão: Chacrinha – O Musical; Vamp – O Musical, Voices of the Amazon (em Londres e com turnê pela Ásia), Escola do Rock e Donna Summer – O Musical. Sua formação inclui workshops e residências de dança com artistas como Paco Gomes (BRAEUA), Leonardo Rodrigues (BRAAlemanha), Luiz Fernando Bongiovanni, entre tantos outros do mundo todo.

11/11 – QUINTA

Territórios de Difusão da Dança
com Grécia Catarina, José Carlos Zebrinha e Rubens Oliveira e mediação de Miguel Arcanjo Prado

Grécia Catarina

Nascida e criada em Belo Horizonte, Grécia Catarina deu seus primeiros passos na dança ainda criança, aos cinco anos, nas aulas de balé clássico de uma escola que oferecia cursos em parceria com o Sesc e mensalidades mais baratas. Mas, dois anos depois, a incompatibilidade de horários fez com que ela abandonasse a dança. Uma pausa que durou cinco anos. Depois que se formou na escola livre, Grécia começou sua carreira no grupo de dança Primeiro Ato, de Belo Horizonte. De lá, foi para o Balett Jovem Minas Gerais, companhia onde teve seus primeiros contatos com coreógrafos estrangeiros e estilos de dança diferentes. Aos 26, a mineira se tornou a única bailarina negra na maior companhia de dança contemporânea do país, o Balé da Cidade de São Paulo.

José Carlos Zebrinha

Graduou-se em dança clássica e dança moderna pela Stedelijk Conservatorium en Dansacademie te Arnhem Holanda, em técnica Lester Horton na Alvin Ailey School em New York e de dança moderna e tradicional no Catherine Dunhan, na Suécia, entre outras formações pela Europa. Começou sua carreira como dançarino no Grupo de Dança contemporânea da Bahia, dirigido por Clyde Morgan, e foi para o exterior, onde dançou em diversas companhias internacionais tais como Nederland Dance Theater (Holanda) , Intro Dans Company, Balé de Monte Carlo, Alcazar de Paris e Paradis Latin. Partipou de programas de televisão na Holanda, na França, na Inglaterra e na Alemanha. Trabalhou também com Lisa Minelli, Joel Grey e Bem Vereen. Ensinou na Academia Internacional de Dança (Paris), no Stúdio 54 (paris), no Project Stúdio Munique (Alemanha), no Stadelyk Conservatoriam em Dans Academie te Arnhem, e no Federatie Friy Tiyd (Bélgica). Atualmente é Diretor Artístico do Balé Folclórico da Bahia onde desenvolve importante trabalho de formação de dançarinos que integram hoje os elencos de grandes companhias internacionais.Desde 1992 é coordenador e coreógrafo do Bando de Teatro Olodum onde participou da montagem de espetáculos de grande sucesso como Cabaré da RRRRRaça, Sonho de uma noite de verão, Ó, Pai,Ó e Áfricas ( entre outros).Em 2011 ganhou Prêmio Braskem de Teatro na categoria Especial pela coreografia do espetáculo Bença do Bando de Teatro Olodum.

Rubens Oliveira

Bailarino e coreógrafo. Premiado em 2018 pela APCA como melhor coreografia/criação pela Direção e Coreografia do espetáculo Subterrâneo. Dedica-se à pesquisa do movimento há 18 anos, tendo em seu currículo a criação e concepção de 10 espetáculos em 3 diferentes grupos na cidade de São Paulo. Levando sua arte para outras cidades do país e do mundo. Bailarino, professor e coreógrafo formado pelo Método de Reeducação do Movimento Ivaldo Bertazzo. Atuou na criação do Núcleo de Dança Pélagos (projetos com jovens do Campo Limpo e entorno), Projeto Chega de Saudades (com o foco de colocar no palco pessoas não profissionais) e o grupo Gumboot Dance Brasil (grupo que tem como frente uma dança específica vinda da África do Sul).

Miguel Arcanjo Prado

O jornalista e crítico de artes Miguel Arcanjo Prado é mestre em Artes pela UNESP, pós-graduado em Mídia e Cultura pela ECA-USP, bacharel em Comunicação pela UFMG e crítico da APCA, da qual foi vice-presidente. Está entre os melhores jornalistas de Cultura do Brasil pelo Prêmio Comunique-se. Passou por Globo, Record, Folha, Abril, Band e UOL. Dirige o Blog do Arcanjo e o Prêmio Arcanjo. Coordena a Extensão Cultural da SP Escola de Teatro e faz o Podcast do Arcanjo na OLA Podcasts.

12/11 – SEXTA

Formação: As Bibliotecas do Corpo (sobre Ismael, legado e perspectivas)
com Cláudia Nwabasili, Gabriel Lima e Ruby Vazquez e mediação de Renata Bittencourt

Cláudia Nwabasili

Cláudia Nwabasili é fundadora, diretora, coreógrafa e intérprete da Cia Pé no Mundo. Companhia fundada na busca por representatividade negra no cenário da dança contemporânea. Natural de São Paulo, filha de pai nigeriano e mãe brasileira, em sua trajetória acompanhou as reflexões e trabalhos sociais desenvolvidos por seus pais. Fator determinante para escolha profissional da artista. Com uma formação muito diversificada Cláudia Nwabasili, trabalhou com artistas de diferentes pesquisas de linguagem em dança e performance como Ana Mazzei, Antonio Nóbrega, Ismael Ivo, Ivaldo Bertazzo, Fernando Lee, Né Barros, Pablo Sansalvador, Sidi Larbi Cherkaoui, Tati Sanchis, Tino Sehgal entre outros.

Gabriel Lima


Gabriel Lima é coordenador e professor de dança afro-brasileira da Escola Livre de Dança da Maré. Mestrando do Programa de Pós-graduação em Dança da UFRJ. Nascido e criado no bairro da Pavuna no Rio de Janeiro.

Ruby Vásquez Núñez

Ruby Vásquez Núñez é formada em Artes Plásticas na Fundação Alvarez Penteado e Mediação Transformativa de Conflitos na Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo, exerce seu trabalho em diversas áreas da cultura. Foi Diretora de Produção do Festival de Campos do Jordão, Diretora Operacional da OSESP, Gestora da Flip, e produziu diversos projetos culturais de música, popular e erudita, teatro, exposições, publicações e eventos culturais. Em abril de 2020, assumiu a Direção Artística da Fundação Theatro Municipal e em maio de 2021 passou a exercer a Diretoria de Formação.

Renata Bittencourt

Renata Bittencourt é gestora cultural e atua como Coordenadora de Educação e Ação Social no Instituto Moreira Salles – IMS. É historiadora da arte, tendo desenvolvido pesquisas de mestrado e doutorado na Universidade Estadual de Campinas. Atuou no Itaú Cultural, na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, como Secretária da Cidadania e da Diversidade do Ministério da Cultura, como Diretora de Processos Museais no Instituto Brasileiro de Museus (Ibram – MinC) e como Diretora Executiva do Instituto Inhotim. Foi contemplada pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e pela Fulbright.

13/11 – SÁBADO

Ismael Ivo: Legado e continuidade
com André Ivo, Vera Santana, Juliana Jardel e Luis Paulo Lima, mediação de Ricardo Ohtake e abertura com Danielle Almeida

André Ivo

André Ivo é natural de São Paulo, mas mora em Santos atualmente. Influenciado pela sua família, principalmente por seu tio Ismael Ivo, seguiu o caminho das artes como o seu principal meio de expressão. Convidado pelo próprio Ismael, André compõe o time da escola de dança que seu tio desejava criar e evidencia a alma da família na preservação dos valores e preceitos do tio. Com experiência em atividades comerciais, administrativas e comunicação, André tem se dedicado à preservação do legado de Ismael, além de estar comprometido na implantação do projeto da escola. Realizou recentemente cursos de produção e gestão cultural.

Vera Santana


Mãe da Bia, da Alice e da Nina. Especialista em gestão de projetos pela USP, com graduação em eventos culturais, atua há 20 anos na área da cultura. Entre as principais realizações, estão: aprodução e realização de murais do artista Robinho Santana, AFolego, Credo, Quinho, do Mural Pindorama de Rimon Guimarães para a Converse – A Curadoria para o Fest.Ar – Primeiro Festival de realidade aumentada de SP – Festival Feira Preta – OBRA: primeiro Festival Internacional de Grafite, a Exposição Caravaggio no MASP, exposição Lothar Charoux na Caixa Cultural, Festival Casa Levi’s, Festival de Cinema de Paraty, Virada Cultural, entre tantos outros. Nessa longa caminhada, é bem atuante nas várias linguagens da cultura independente, mas também atuou como coordenadora de público e diversidade no Theatro Municipal de São Paulo. Atualmente é diretora institucional no Instituto Ismael Vivo, facilitadora no Afrolab, curadora na Feira Preta. É dela também a Daterra Cultural, produtora especializada em projetos e políticas culturais há uma década, e se dedica ao projeto Cósmicas, onde coordena um curso para 1000 meninas no Instituto Tomie Ohtake, e o projeto Gentilização, que combate fobias sociais.

Juliana Jardel


Juliana Jardel teve seu primeiro contato com a dança aos 9 anos de idade na escola de ensino primário na escola A Panterinha. Graças a sua primeira professora de jazz, Constância (in memorian) seu encantamento com a dança nasceu. Viajou com a Caravana Show do Juquinha, ainda na infância. Na adolescência experimentou a vida nas passarelas e como modelo fotográfico. Dançou no Veiga Valle, no Centro Livre de Artes, no Técnico em Contemporâneo Basileu França e no grupo Nômades. Fez graduação em Dança, mestrado em Performances Culturais e faz doutorado em Antropologia Social. No ano de 2014 criou o grupo Corpo Suspeito durante uma residência artística.

Luiz Paulo Lima

Cool hunter, comunicador transmídia, sócio-diretor da CDI – Cité de L’ image, produtor executivo no audiovisual, jornalista e fotógrafo.

Ricardo Ohtake

Ricardo Itsuo Ohtake nasceu em 1942 em São Paulo. É gestor cultural, arquiteto e urbanista, artista gráfico e curador, formado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP). Ocupa uma série de cargos relevantes à gestão cultural, destacando-se a direção do Centro Cultural São Paulo (CCSP). Na gestão pública da cultura, é nomeado diretor do Museu da Imagem e do Som, da Cinemateca Brasileira e Secretário da Cultura do Estado de São Paulo. Desde sua fundação, em 2001, dirige o Instituto Tomie Ohtake.
Formado em 1968, organiza um escritório de arquitetura e participa de projetos culturais e de urbanismo para a orgãos públicos. Paralelamente, atua como professor de artes, arquitetura e desenho industrial, desenvolvendo projetos de identidade visual de programações culturais. Também integra projetos da Secretaria Municipal de Educação e da Secretaria de Estado da Cultura. Retorna ativamente ao espaço da universidade em 2015, como membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Estudos Avançados da USP. Por sua trajetória, recebe as condecorações da Orden de Isabel la Católica, na Espanha, e da Ordem de Rio Branco, além do Prêmio Ciccillo Matarazzo para a Personalidade do Ano 2013. A trajetória de Ricardo Ohtake, em seu “ativismo cidadão”, é marcada por importantes contribuições em quatro áreas de atuação: política, cultura, artes e urbanismo.

Danielle Almeida – Diaspórica

Consultora especializada em diversidade e inclusão na América Latina e Caribe, com consistente conhecimento (empírico e acadêmico) das questões raciais, de classe, gênero e sexualidade nessa região, bem como de processos educativos e ações afirmativas para grupos historicamente marginalizados. Cientista da Educação, palestrante, curadora, produtora de conteúdos que atua com esperança e foco na promoção de soluções criativas, consensuais e sustentáveis no campo da diversidade, inclusão e equidade. Principais clientes: Google, Facebook, Netflix, Rede Globo, Natura, Avon, Mac, O Boticário, Grupo Pão de Açúcar, JP Morgan.

SP Escola de Teatro realiza 1ª edição da Semana Ismael Ivo- Web Seminário de Dança

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O jornalista e crítico de artes Miguel Arcanjo Prado é mestre em Artes pela UNESP, pós-graduado em Mídia e Cultura pela ECA-USP, bacharel em Comunicação pela UFMG e crítico da APCA, da qual foi vice-presidente. Está entre os melhores jornalistas de Cultura do Brasil pelo Prêmio Comunique-se. Passou por Globo, Record, Folha, Abril, Band e UOL. Dirige o Blog do Arcanjo e o Prêmio Arcanjo. Coordena a Extensão Cultural da SP Escola de Teatro e faz o Podcast do Arcanjo na OLA Podcasts. Foto: Edson Lopes Jr.

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