Pantanal: Muda atira no Velho do Rio por engano

Velho do Rio (Osmar Prado) leva tiro de Muda (Bella Campos) em Pantanal – Foto: João Miguel Jr./Divulgação – Blog do Arcanjo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
@miguel.arcanjo

Emoções fortes em Pantanal, novela das 21h da Globo que está na boca do povo.

Após Juma (Alanis Guillen) partir para o Rio de Janeiro com Jove (Jesuita Barbosa), Muda (Bella Campos) fica sozinha na tapera e, como já era possível prever, está ainda mais vulnerável ao ataque de Maria Marruá, que vem rondando a casa desde que virou uma onça.

E o medo não é em vão. Quando chega a noite, Muda está em conflito com seus pensamentos na tapera, pensando que se tivesse finalizado seu plano de vingança não estaria nesta situação, quando ouve o esturro da onça ao longe.

Aos poucos, o esturro fica cada vez mais alto, com a onça nitidamente se aproximando da tapera. Muda fala para si mesma que Maria sabe que Juma não está e das duas uma: ou acha que ela a matou, ou veio se vingar de Muda por sua própria morte.  

Antes que a onça acabe com a Muda, o Velho do Rio (Osmar Prado) se aproxima para tentar resolver a situação, mas o terror continua. A onça não desiste facilmente e ataca violentamente a porta, até que Muda atira de dentro da casa algumas vezes. Silêncio. Só se ouve agora os gemidos de alguém. Alguém?

Muda acertou o Velho do Rio, sem saber. Quem conta a ela é Tibério (Guito), quando vai à tapera, preocupado, no dia seguinte. Ele viu o Velho ferido, de longe. O Velho desfalece quando é encontrado por Xeréu Trindade (Gabriel Sater). Um boiadeiro – e violeiro –, que chega a cavalo.

O peão se aproxima do Velho com um cantil e levanta a cabeça dele do chão, forçando-o a beber a água. Ele tira a bala do Velho e vai ao rio pegar mais água. Quando volta, o Velho já não está mais. As cenas começaram a ir ao ar nesta sexta-feira (6). 

Pantanal é escrita por Bruno Luperi, baseada na novela original escrita por Benedito Ruy Barbosa. A direção artística é de Rogério Gomes, direção de Walter Carvalho, Davi Alves, Beta Richard, Cristiano Marques e Noa Bressane. A produção é de Luciana Monteiro e Andrea Kelly, e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim.

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O jornalista e crítico Miguel Arcanjo Prado é mestre em Artes pela UNESP, pós-graduado em Mídia e Cultura pela ECA-USP, bacharel em Comunicação Social pela UFMG e crítico da APCA, da qual foi vice-presidente. Dirige o Blog do Arcanjo e o Prêmio Arcanjo. Coordena a Extensão Cultural da SP Escola de Teatro e faz o Podcast do Arcanjo. Está entre os melhores jornalistas de Cultura do Brasil pelo Prêmio Comunique-se e Prêmio Governador do Estado de São Paulo. Passou por Globo, Record, R7, Record News, Folha, Abril, Contigo, Superinteressante, Band, Gazeta, UOL, Uma, Rede TV!, TV UFMG e O Pasquim 21. É jurado das premiações Prêmio Arcanjo de Cultura, Melhores do Ano Blog do Arcanjo, Sesc Melhores Filmes, Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Destaque Digital, Melhores do Ano Guia da Folha e Prêmio Canal Brasil de Curtas. É vencedor dos Troféu Nelson Rodrigues, Prêmio Destaque em Comunicação Nacional ANCEC, Troféu Inspiração do Amanhã e Prêmio África Brasil. Foto: Edson Lopes Jr.
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