Acervo de Abujamra é aberto ao público na SP Escola de Teatro

Antônio Abujamra como o bruxo Ravengar na novela “Que Rei Sou Eu?”, na Globo, em 1989: papel icônico do grande artista – Foto: Divulgação – Globo – Blog do Arcanjo – UOL

Uma verdadeira celebração a partir das 19h desta segunda (13) vai marcar o recebimento do acervo de Antônio Abujamra (1932-2015) à biblioteca da SP Escola de Teatro, onde estará disponibilizado para consulta e visitação pública.

Sérgio Sá Leitão, secretário de Cultura do Estado de São Paulo, participa da solenidade com apresentação musical da família Abujamra.

A coleção reúne mais de 10 mil objetos, entre livros, peças de teatro, filmes e edições do programa “Provocações”, apresentado pelo grande ator e diretor durante 15 anos na TV Cultura.

O acervo ganha sala especial com projeto do renomado cenógrafo J.C. Serroni na SP Escola de Teatro, instituição ligada à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

O material foi doado em sistema de comodato pela família de Abujamra à instituição, e ficará disponível para visitação e consulta do público na sede Brás da instituição.

“Esse ansiado e honroso evento terá como mestre de cerimônias minha amada prima Clarisse Abujamra, com consultoria técnica de Márcia Abujamra; o patrono Carlos Eduardo Moreira Ferreira; e, lógico, um sensacional show com André, Adriana, Clarisse, José e Pedro Abujamra”, contam os filhos do diretor, Alexandre e André, em texto sobre o evento.

Entre os arquivos estão cerca de 760 CDs, 720 DVDs, 5.400 livros e 3.100 peças de vários autores – incluindo “O Provocador” e “Tributo a Bertolt Brecht”, escritas por ele. Há, ainda, raridades, como cartas, cartões-postais, programas de espetáculos e roteiros.

O diretor executivo da SP Escola de Teatro, Ivam Cabral, ressalta a importância histórica do material. “É de extrema valia tornar público o acervo de um homem e artista como Abujamra, sobretudo em um espaço dedicado ao pensamento e à formação em teatro. É uma coleção que nos enriquece no sentido intelectual, mas também nos dá acesso a uma parte significativa da história da cultura do nosso País, e, de certo modo, é uma forma de se entender os percursos que Abujamra seguiu para a construção de sua trajetória artística.”

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