Ivam Cabral e Thiago Mendonça fazem público atuar em Uma Peça para Salvar o Mundo

Ivam Cabral e Thiago Mendonça no Satyros: Uma Peça para Salvar o Mundo - Foto: Andre Stefano/Divulgação - Blog do Arcanjo 2021
Ivam Cabral e Thiago Mendonça no Satyros: Uma Peça para Salvar o Mundo – Foto: Andre Stefano/Divulgação – Blog do Arcanjo 2021

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
@miguel.arcanjo

Imagine só você estar em uma peça de teatro digital na qual pode atuar e fazer parte da história? Esta proposta altamente interativa é o fio condutor de Uma Peça para Salvar o Mundo, de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, que a Cia. de Teatro Os Satyros estreia nesta sexta (23) às 19h, com Cabral e Thiago Mendonça no elenco ao lado do público. A temporada vai até 17 de maio de 2021, com sessões sexta, sábado e segunda, 19h, e domingo, 16h, com ingressos disponíveis no Espaço Digital do Satyros na Sympla.

Diretor do espetáculo, Rodolfo García Vázquez conta ao Blog do Arcanjo que a abertura da sessão sempre é feita pelo ator Ivam Cabral, que logo passa o comando para Thiago Mendonça, que interpreta a máquina que tudo conduz. “A partir de um roteiro de cenas e ações, a máquina convida espectadores a participarem dessa experiência, criando situações dramáticas e atuando”, adianta.

Convidado especialmente para dar vida ao robô que conduz o espetáculo, Thiago Mendonça é ator conhecido do grande público. Na TV, atuou com destaque em novelas como Duas Caras e Em Família na Globo, Carinha de Anjo no SBT, além dos filmes de sucesso Tropa de Elite, Dois Filhos de Francisco e Somos Tão Jovens, no qual viveu o protagonista, o líder da banda de rock Legião Urbana, Renato Russo.

Máquina de entendimento

“A peça é basicamente a tentativa de uma máquina de entender como a humanidade chegou aonde está e quais os caminhos que ela poderia trilhar para escapar de sua própria destruição. Mas como ela, máquina, não sabe fazer arte, cabe ao público apontar caminhos”, explica Vázquez, que conta com assistência de direção de Cadu Cardoso na produção assinada por Silvio Eduardo com assistência de Janna Julian.

O que estimulou Vázquez e Cabral a criarem a peça foi propor um mundo no qual as pessoas possam se escutar mais — já que hoje em dia todo mundo quer falar, mas quase ninguém se ouve. “Se antes o artista era o elo mágico entre o céu – passando pela terra – e o inferno, em tempos de globalização quem decide de verdade é quem consome ou ouviu falar da arte”, filosofa a respeitada dupla do teatro brasileiro.

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O jornalista e crítico de artes Miguel Arcanjo Prado é mestre em Artes pela UNESP, pós-graduado em Mídia e Cultura pela ECA-USP, bacharel em Comunicação pela UFMG e crítico da APCA, da qual foi vice-presidente. Está entre os melhores jornalistas de Cultura do Brasil pelo Prêmio Comunique-se. Passou por Globo, Record, Folha, Abril, Band e UOL. Dirige o Blog do Arcanjo e o Prêmio Arcanjo. Coordena a Extensão Cultural da SP Escola de Teatro e faz o Podcast do Arcanjo. Foto: Edson Lopes Jr.

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