Prêmio Shell muda regra para peças competirem

Prêmio Shell de Teatro – Foto: Divulgação

O Prêmio Shell de Teatro, um dos mais tradicionais do país, anunciou mudança em suas regras.

A partir deste ano, para concorrer ao prêmio, o número mínimo de apresentações para que o espetáculo seja elegível é de 20 apresentações (não necessariamente consecutivas), na praça em que estiver concorrendo, Rio de Janeiro ou São Paulo. Antes, as peças precisavam ter 24 apresentações.

Segundo a organização do Prêmio Shell informou ao Blog do Arcanjo do UOL, a mudança no regulamento e diminuição no número mínimo de sessões foi provocada por uma percepção de uma nova tendência no mercado teatral.

“Nos últimos anos observamos que os espetáculos fazem temporadas mais curtas em cada praça e por isso algumas peças muito boas não podiam competir”, afirma Leíse Duarte, assessora de Performance Social da Shell.

Em março está prevista para ocorrer a cerimônia da 30ª edição do prêmio criado em 1988.

Em São Paulo, o homenageado será Ney Latorraca por sua performance artística e engrandecimento da cena teatral. No Rio, a homenagem será a Hélio Eichbauer por seu trabalho ao longo de mais de 50 anos de renovação da cenografia brasileira.

O vencedor de cada categoria recebe uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni com a forma de uma concha dourada, inspirada no logotipo da Shell, e uma premiação individual de R$ 8.000.

Conheça detalhadamente as regras do Prêmio Shell de Teatro

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