A Primeira Barbie Negra estreia na Netflix com história da boneca marco da representatividade em 1980

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
@miguel.arcanjo
Colaborou Tiago Lira
A Netflix estreia o filme A Primeira Barbie Negra nesta quarta, 19 de junho. O documentário de Lagueria Davis aborda o surgimento da primeira boneca Barbie negra em 1980, marco da representatividade. O filme explora como as Barbies podem ser importantes para a formação da identidade e da imaginação. Três mulheres que participaram da evolução da marca Barbie, na Mattel, contam como a primeira Barbie negra foi idealizada. A narrativa inclui o impacto de Beulah Mar Mitchell, cujo questionamento sobre a falta de bonecas que se parecessem com ela desencadeou uma jornada significativa na indústria dos brinquedos, que culminou no lançamento da primeira Barbie oficialmente não branca. O filme destaca não apenas a visibilidade e a representatividade, mas também a força e a influência positiva que uma mulher negra pode ter ao ver sua imagem refletida em uma boneca, com o objetivo de impactar positivamente novas formas de pensar e de aceitar, além de valorizar, o que é mais visível em nosso corpo: a nossa pele. Imperdível.
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Jornalista cultural influente, Miguel Arcanjo Prado dirige Blog do Arcanjo e Prêmio Arcanjo. Mestre em Artes pela UNESP, Pós-graduado em Cultura pela USP, Bacharel em Comunicação pela UFMG e Crítico da APCA Associação Paulista de Críticos de Artes, da qual foi vice-presidente. Três vezes eleito um dos melhores jornalistas culturais do Brasil pelo Prêmio Comunique-se. Passou por Globo, Record, Folha, Abril, Huffpost, Band, Gazeta, UOL, Rede TV!, Rede Brasil, TV UFMG e O Pasquim 21. Integra os júris: Prêmio Arcanjo, Prêmio Jabuti, Prêmio do Humor, Prêmio Governador do Estado, Sesc Melhores Filmes, Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio DID, Prêmio Canal Brasil. Venceu Troféu Nelson Rodrigues, Prêmio ANCEC, Inspiração do Amanhã, Prêmio África Brasil, Prêmio Leda Maria Martins e Medalha Mário de Andrade do Prêmio Governador do Estado.
Foto: Rafa Marques
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