Rapidinhas teatrais: Claudia Raia convoca Gianecchini e Medici para Cantando na Chuva

Marcelo Medici e Reynaldo Gianecchini nos bastidores da gravação dos vídeos de Cantando na Chuva – Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Amigos por perto
Claudia Raia convocou os amigos Reynaldo Gianecchini e Marcelo Medici para gravarem participação especial em vídeo no musical Cantando na Chuva. O trio se quer bem dos bastidores da Globo.

Renta Final
Claudia Raia está apreensiva com os últimos preparativos para a estreia, neste sábado (12), no Teatro Santander, em São Paulo. Não quer que nada dê errado. Sobretudo a chuva torrencial com 10 mil litros de água morna. Ela está ansiosa.

Dinheirão
“Cantando na Chuva” custou R$ 9,3 milhões, captados pela Lei Rouanet. O casal Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia resolveram capitanear a superprodução após assistir à montagem londrina. Danados.

Pupik: temporada na Europa – Foto: Arthur Amaral

Internacional
O espetáculo Pupik – Fuga em 2, colaboração internacional entre as atrizes Naomi Silman, do Lume Teatro (Brasil), e Yael Karavan, do The Karavan Ensemble (Inglaterra), acaba de cumprir curta temporada no Sesc Pinheiros e agora segue para uma turnê na Europa: a peça fará apresentações em Londres e Lisboa no segundo semestre. Chiquérrimo.

Viva a diversidade
Maior evento de promoção de manifestações artístico-culturais LGBT do interior do Estado de São Paulo, o Plural – Festival da Diversidade acontece de 15 a 20 de agosto em Araçatuba. Serão 42 ações em 18 espaços. Eita.

Destaques
Em sua terceira edição, o Plural tem dez shows musicais, sete espetáculos de teatro, dois espetáculos de dança, exibição de filmes, performances, intervenções, exposição e ações formativas. Karol Conka, As Bahias e a Cozinha Mineira e #NãoRecomendados já confirmaram presença. Não são bobas, nada.

Intercâmbio
Ainda terá a a exposição Cotidiano Plural, criada especialmente para o evento pelo Museu da Diversidade Sexual de São Paulo. Coisa boa.

Rodolfo Lima em Réquien para um Rapaz Triste – Foto: Divulgação

Palcos
O teatro estará presente no Plural com apresentações gratuitas de O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, da escocesa trans Jo Clifford e atuação de Renata Carvalho e Dizer e não Pedir Segredo, do Teatro Kunyn com direção de Luiz Fernando Marques; além de dois espetáculos do ator Rodolfo Lima – Réquiem para um Rapaz Triste e Cerimônia do Adeus. Vale a pena conferir.

Tem mais
Plural ainda terá uma mostra com quatro montagens da Selvática Cia, do Paraná – As Tetas de Tirésias, No documento é Homem, mas aparenta ser mulher, Coágulo e Momo – Para Gilda com Ardor. O interior de São Paulo será representado pelos espetáculo Puto!, do Grupo de Apoio a Loucura, de São José do Rio Preto e Amém, do grupo Um e Outro, de Araçatuba. Turma boa.

Dagoberto Feliz – Foto: Bob Sousa

11 vezes Dagoberto Feliz
Indicado ao Prêmio Shell de Teatro, o Teatro de Contêiner Mungunzá segue com o projeto Teatro de Contêiner Convida, desta vez com o diretor Dagoberto Feliz. Até 31 de agosto dá pra conferir 11 espetáculos do premiado artista do Grupo Folias D’Arte. Programe-se.

Eduarod Martini e Guilherme Chelucci estão em O Filho da Mãe – Foto: Celina Germer

Comédia
Eduardo Martini e Guilherme Chelucci reestreiam a peça O Filho da Mãe nesta sexta (11) no Teatro Itália, em São Paulo. Merda.

Não para
Eduardo Martini na próxima semana estreia no mesmo Teatro Itália Até Que o Casamento Nos Separe. Com Suzy Rêgo. Até o fim do ano, planeja mais duas peças: o monólogo Um Papo com o Diabo, com direção de Elias Andreato, e Angel, que só vai dirigir. Garoto esperto.

Luciano Chirolli – Foto: Bob Sousa

Maratona teatral
O ator Luciano Chirolli estará nos palcos de São Paulo sete dias por semana. Ele segue em cartaz com o espetáculo Ponto Morto, ao lado de Marat Descartes (até 29 de agosto, de terça a quinta-feira, no Teatro Sérgio Cardoso) e também dá vida ao poeta russo Vladimir Maiakovski no espetáculo A Pleno Pulmões ao lado de Georgette Fadel (no CCBB de sexta a segunda-feira). Ufa.

Feito inédito
Em 31 anos de carreira é a primeira vez que o ator se dividirá em dois trabalhos ao mesmo tempo sem folgas. Para ele é um sonho poder dividir o palco com dois grandes atores da cena teatral paulistana. “Estar ao lado de Marat numa peça e de Georgette em outra é um presente dos deuses do teatro”, diz Chirolli à coluna. É mesmo.

Bita e a Imaginação que Sumiu: papai entra grátis na compra de um ingresso no Dia dos Pais – Foto: Elisa Mendes

Dia dos pais
O musical infantil Bita e a Imaginação que Sumiu, em cartaz com sucesso no Teatro Shopping Frei Caneca sábado e domingo às 15h, faz promoção neste Dia dos Pais. Na compra de um ingresso o pai entra de graça. Mas só vale neste domingo (13) na bilheteria do teatro. Aproveite!

Ritmo de Festa
A comédia musical Forever Young está em clima de festa no Teatro Nair Bello, no Shopping Frei Caneca. Além de estar indicado em cinco categorias do Prêmio Bibi Ferreira, a montagem completa um ano em cartaz neste fim de semana. Para celebrar, o público vai pagar meia entrada na compra do ingresso. As apresentações acontecem sextas-feiras, às 21h30, sábados, às 21h, e domingos às 19h, até 1 de outubro. Vai, gente.

Julia Lopes Almeida: ela não entrou na ABL por ser mulher – Foto: Reprodução

Mulheres, avante!
Nos 120 anos da Academia Brasileira de Letras e em uma época em que os debates sobre o papel da mulher na sociedade têm ganhado cada vez mais destaque, Michele Asmar Fanini lança o livro A (in)visibilidade de um Legado: seleta de textos dramatúrgicos inéditos de Júlia Lopes de Almeida pela Intermeios, em coedição com a Fapesp. Leia.

Não tomou posse
O livro dá voz à vida e obra da escritora mais publicada no Brasil durante a Primeira República (1889-1930). Figura que compôs o grupo de idealizadores da ABL, fundada em 1897, mas não integrou a galeria dos imortais por ser mulher. A publicação traz informações biográficas e literárias sobre Júlia Lopes de Almeida (1862 – 1934), além de reunir seis textos dramatúrgicos inéditos. Resgate importantíssimo.

Machismo
“Estava investigando as circunstâncias de ingresso de Rachel de Queiroz, que foi a primeira mulher a ocupar uma cadeira na ABL, o que se deu somente em 1977, quando, em minhas buscas no acervo da própria Academia, deparei-me com a instigante história da escritora carioca Júlia Lopes de Almeida. Embora se tratasse da escritora mais publicada da Primeira República e única mulher cogitada a integrar o quadro de membros fundadores da ABL, Júlia Lopes de Almeida protagonizou o primeiro vazio institucional feminino da agremiação”, conta Michele Asmar Fanini à coluna. Um absurdo.


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