Cantando na Chuva: Claudia Raia faz musical de R$ 9 milhões

Bruna Guerin, Jarbas Homem de Mello, Claudia Raia e Reiner Tenente estão no musical “Cantando na Chuva” – Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Claudia Raia ensaia freneticamente sua nova aventura no teatro, o musical “Cantando na Chuva”, que estreia em 12 de agosto no Teatro Santander, em São Paulo.

A superprodução é orçada em R$ 9 milhões com recursos por meio da Lei Rouanet. O valor, apesar de alto nestes tempos de crise, é menor que o de outras superproduções musicais recentes, como “Chacrinha – O Musical”, que custou R$ 12 milhões, “Elis, a Musical”, que custou R$ 10 milhões, e “Wicked”, com R$ 30 milhões investidos, o musical mais caro já montado no Brasil.

“’Cantando na Chuva’ é uma história simples de amor, e que tem muitos musicais arrebatadores. Músicas inesquecíveis, que trazem aquela sensação de querer sair dançando. Acho que o público vai delirar com a cena da chuva, é emocionante”, avisa Claudia Raia.

Chuva no palco

A estrela protagoniza e produz o espetáculo, com clássicas cenas de sapateado. Ela mandou importar da Inglaterra o equipamento de efeito especial para que a chuva no palco seja convincente.

Dois tanques com capacidade de 5.000 litros cada garantirão água suficiente. Para não prejudicar os atores neste inverno, a água será aquecida a 29 graus.

“A cena da chuva é a mais clássica de todos os tempos dos filmes musicais. E não poderia ser diferente no nosso espetáculo”, diz Jarbas Homem de Mello, companheiro de Claudia no palco e na vida.

O elenco traz 30 artistas, além da orquestra com 14 músicos. Reynaldo Gianecchini e Marcelo Medici fazem participações especiais em vídeos que serão projetados no palco.

O musical de duas horas e meia divididas em dois atos com direção geral de Stephanie Mayorkis celebra ainda os 65 anos do filme clássico homônimo de Hollywood.

Fim do cinema mudo

E é na meca do cinema estadunidense na década de 1920 que se passa a história.

Nela, os atores Don Lockwood (Jarbas Homem de Mello) e Lina Lamont (Claudia Raia) são as estrelas da época, o casal preferido da indústria do cinema mudo, apesar de viverem um relacionamento de fachada para a mídia.

Ambos entram em crise com a chegada do cinema falado e se veem obrigados a produzir um filme para atender às expectativas da época. Para isso, se juntam aos jovens Kathy Selden (Bruna Guerin) e Cosmo Brown (Reiner Tenente).

A temporada paulistana de “Cantando na Chuva” está prevista para ir de 12 de agosto a 26 de novembro, de quinta a domingo, no Teatro Santander. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$ 50 e R$ 260.

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