Prêmio Arcanjo de Cultura 2023: Conheça os jurados da premiação

Premiação idealizada pelo jornalista Miguel Arcanjo Prado tem também no júri Adriana de Barros, Bob Sousa, Hubert Alquéres e Zirlene Lemos

Prêmio Arcanjo de Cultura tem júri composto por Hubert Alquéres, Adriana de Barros, Miguel Arcanjo Prado, Zirlene Lemos e Bob Sousa © Jonatas Marques Blog do Arcanjo 2023

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
@miguel.arcanjo

O Prêmio Arcanjo 2023 será realizado no Teatro Sérgio Cardoso, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, nesta segunda, 13 de novembro, a partir das 19h30, com idealização e direção geral do jornalista Miguel Arcanjo Prado. Em sua quinta edição anual, a cerimônia acontece pelo segundo ano consecutivo no Teatro Sérgio Cardoso e vai celebrar os melhores do ano na cultura com vencedores em oito diferentes áreas: Artes Visuais, Cinema, Dança, Internacional, Música, Redes, Streaming TV e Teatro; além de homenageados na categoria Especial, que serão conhecidos na cerimônia. O Júri do Prêmio Arcanjo de Cultura é formado por Adriana de Barros, Bob Sousa, Hubert Alquéres, Miguel Arcanjo Prado e Zirlene Lemos, todos profissionais gabaritados no campo cultural, com olhar múltiplo, diverso e democrático para a cena artística. Conheça um pouco mais dos jurados.

Adriana de Barros

Adriana de Barros é jornalista e apresentadora do programa Mistura Cultural nas mídias digitais da TV Cultura e da Rádio Cultura Brasil, editora do portal da TV Cultura, jurada de música da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte de São Paulo), jurada de música do Prêmio Arcanjo de Cultura e Prêmio Multishow. foi curadora do edital da Natura Musical e foi eleita uma das cinco melhores jornalistas musicais do Brasil pelo WME Awards by Music2.

Bob Sousa

Bob Sousa é fotógrafo com umdos maiores acervos do teatro brasileiro contemporâneo. Graduado em Publicidade e Propaganda, é mestre em Artes pela UNESP, na qual é doutorando em Artes. É crítico e jurado do Prêmio APCA e do Prêmio Arcanjo de Cultura. Nos últimos 20 anos, fotografou mais de 300 espetáculos teatrais e festivais de teatro, dentre os quais o Festival MIRADA/SESC nas edições 2016/2018 e 2022 e a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, MITsp. É responsável pelo registro dos figurinos da obra do Grupo Macunaíma, de Antunes Filho, para a Coleções e Acervos Históricos do CPT_ Sesc. Colabora com a Cena Contemporânea, da Revista CULT, com a coluna “O Retrato do Bob”, no Blog do jornalista Miguel Arcanjo Prado e mantêm a Coluna “Imagética”, com textos críticos e fotografia de cena no site da SP Escola de Teatro, desde 2014.

Hubert Alquéres

Hubert Alquéres foi secretário de Educação na gestão do governador Rodrigo Garcia (2022) e é presidente do Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo. É curador do Prêmio Jabuti, membro da Academia Paulista de Educação e vice-presidente da Câmara Brasileira do Livro. Foi secretário adjunto da Secretaria de Estado da Educação durante o governo Mario Covas (1995-2002). Foi professor no Colégio Bandeirantes, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e na Escola de Engenharia Mauá. Presidiu a Imprensa Oficial do Estado. É jurado do Prêmio Arcanjo de Cultura e do Prêmio Sesc Melhores Filmes.

Miguel Arcanjo Prado

Miguel Arcanjo é jornalista; CEO do Blog do Arcanjo, desde 2012, e do Prêmio Arcanjo, desde 2019. Mestre em Artes pela UNESP, pós-graduado em Cultura pela ECA-USP, bacharel em Comunicação pela UFMG e crítico da APCA, da qual foi vice-presidente. Coordena a Extensão Cultural da SP Escola de Teatro e faz o Arcanjo Pod. Está entre os melhores jornalistas culturais do Brasil pelo Prêmio Comunique-se. Passou por Globo, Record, Folha, Abril, UOL, HuffPost, Band, CBN e Gazeta. Integra os júris do Prêmio Arcanjo, APCA, Sesc Melhores Filmes, Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio DID, Prêmio do Humor, Guia da Folha, Prêmio Canal Brasil, Prêmio Jabuti e Prêmio Parada SP. Ganhou os prêmios Nelson Rodrigues, ANCEC, Inspiração do Amanhã, África Brasil, Leda Maria Martins e medalha Mário de Andrade do Governo do Estado de São Paulo.

Zirlene Lemos

Zirlene Lemos é graduada em Jornalismo e Relações Públicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Especialista em Gestão Estratégica da Informação (UFMG), Especialista em Docência Jurídica (Instituto Ânima) e Graduanda em Direito (UFMG). Realizou grandes coberturas como Festival de Inverno da UFMG em Diamantina, Mostra de Cinema de Tiradentes, Encontro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual e Carnaval UOL. Foi crooner do grupo de jazz Geraes Big Bang, do espetáculo Revertério e do grupo Rosa dos Ventos, com participações no Festival de Arte Negra (FAN-BH) e Festival Internacional de Teatro (FIT-BH). Integrou a Comunicação da UFMG e da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais. É jurada do Prêmio Arcanjo de Cultura.

Olhar democrático e diverso

O Prêmio Arcanjo existe desde 2019 para valorizar os artistas brasileiros em toda a sua diversidade. A cerimônia é uma grande festa na qual a cultura se encontra e renova sua força propulsora para o desenvolvimento do Brasil.”

Miguel Arcanjo Prado

A noite do Prêmio Arcanjo 2023 será não só para convidados como também contará com ingressos gratuitos para o público, distribuídos na bilheteria do local uma hora antes do começo da cerimônia, mediante a disponibilidade de lugares.

PRÊMIO ARCANJO DE CULTURA 2023 – 5ª EDIÇÃO

INDICADOS

ARTES VISUAIS

Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro – Sesc, Sesc São Paulo – Sesc Belenzinho
Pela histórica exposição dedicada a artistas negros brasileiros e cultura afrobrasileira.

Ensaio para o Museu das Origens – Itaú Cultural e Instituto Tomie Ohtake
Por reunir diversas matrizes culturais com suas narrativas plurais.

Histórias Indígenas – MASP em colaboração com o Kode Bergen Art Museum
Por ampliar as referências das multiplicidades dos povos indígenas.

Marta Minujín: Ao Vivo – Pinacoteca de São Paulo
Por apresentar a artista argentina de vanguarda em sua maior mostra no Brasil.

Maureen Bisilliat: Presente do Futuro – MIS – Museu da Imagem e do Som
Por descortinar o Brasil em sua fotografia em diálogo com a literatura.

CINEMA

Canção ao Longe, de Clarissa Campolina
Pela abordagem sofisticada e nada óbvia da trajetória de uma jovem arquiteta.

Capitu e o Capítulo, de Julio Bressane
Pelo desafio inteligente e sensível ao espectador na produção conjunta de sentidos.

Meu Nome É Gal, de Dandara Ferreira e Lô Politi
Por narrar a estrela incontestável do tropicalismo e liberdade em tempos de ditadura.

O Homem Cordial, de Iberê Carvalho
Pela abordagem vibrante e original de nossas fraturas sociais e feridas históricas.

Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho
Pelo híbrido de registro histórico, memórias e ficção em um filme universal.

DANÇA

Balé da Cidade de São Paulo – Sixty Eight em Axys Atlas, de Alejandro Ahmed, e Variação, de Davi Pontes
Pelo instigante programa que potencializou as duas coreografias no Theatro Municipal.

Devotees, de João Paulo Lima
Por poetizar e erotizar o corpo com deficiência na conjunção da dança com a música.

Núcleo Iêê – Num Corre, de Rafael Oliveira
Pela potência que une capoeira, dança, música e poesia na construção cênica.

Último Ato, de Thiago Soares
Pela prestigiosa turnê do bailarino brasileiro consagrado no mundo.

Zona Agbara – Engasgadas, Segundo Rito para Regurgitar o Mundo, de Gal Martins
Por ressignificar a corpa negra e gorda em uma dança vanguardista.

INTERNACIONAL 

Bienal Sesc de Dança
Por apresentar para a vanguarda da dança no evento do Sesc SP – Sesc Campinas.

Centro Cultural Afrika
Por dar voz a artistas africanos que contribuem para uma São Paulo cosmopolita.

CineBH Mostra Internacional e Brasil CineMundi
Por unir América Latina e audiovisual global no evento da Universo Produção.

Fito Paez
Pela turnê EADA, que celebrou os 30 anos do álbum El Amor Después del Amor.

The Town
Pela criação do potente evento da música internacional em São Paulo.

MÚSICA

Filipe Catto – Belezas São Coisas Acesas Por Dentro
Pela delicada homenagem a Gal Costa em conexão com as novas gerações.

Jonathan Ferr – Liberdade
Pela força do multiinstrumentista do urban-jazz em diálogo com ícones de sua geração.

Maíra Baldaia – Obí
Pela potente homenagem às mulheres e ancestralidade negra em um álbum afro pop.

Marcelo Jeneci – Caravana Sarié
Pelo diálogo com Helder Pessoa Lopes que levou o forró do regional ao pop. 

Xande de Pilares – Xande Canta Caetano
Por imprimir novidade à obra de Caetano Veloso com produção de Pretinho da Serrinha.

REDES 

Avós da Razão – Helena Wiechmann, Gilda Bandeira de Mello e Sonia Massara
Por combater o etarismo de forma divertida e carismática pelo trio de amigas.

Blogueirinha – Bruno Matos
Pelas entrevistas ácidas que eletrizam seu talk show inspirado em Marília Gabriela.

Cauã Adriano
Por seus carismáticos desenhos da cultura pop brasileira que enternecem as redes.

Daldeia – Kauri Waiapi
Por popularizar sua aldeia no Amapá ao propor novas narrativas indígenas.

Marcos Machado
Por construir com inteligência um humor que reflete o brasileiro negro e periférico.

STREAMING TV 

Cangaço Novo – Amazon Prime Video
Por renovar o formato de série no Brasil bebendo da fonte do cinema brasileiro.

Caravana das Drags – Amazon Prime Video
Por enaltecer a drag brasileira com apresentação de Ikaro Kadoshi e Xuxa Meneghel.

Drag Race Brasil – Paramount +
Pela estreia brasileira do icônico reality de RuPaul Charles sob comando de Grag Queen.

Metrópolis – TV Cultura
Pelos 35 anos do imprescindível e longevo programa cultural da TV brasileira.

Vai na Fé – TV Globo
Por trazer o Brasil real para a telenovela com um elenco repleto de diversidade.

TEATRO 

A Origem do Mundo
Pelo brilho das atrizes Luisa Micheletti e Julia Tavares sob direção de Maria Helena Chira.

Alguma Coisa Podre
Pelo musical impecável e de elenco potente sob direção de Gustavo Barchilon, produção de Renata Borges e Thiago Hofman.

Nasci Pra Ser Dercy
Pela incrível atuação de Grace Gianoukas como Dercy Gonçaves em texto e direção de Kiko Rieser.

Luther King, O Musical
Pela apaixonante narrativa sobre o histórico homem que combateu o racismo, por Caíque Oliveira e Cia Nissi.

Kafka e a Boneca
Pela afetuosa história de um escritor, uma menina e sua boneca, por Marllos Silva e músicas de Daniel Rocha.

ESPECIAL

Os homenageados da categoria Especial serão conhecidos na cerimônia.

PRÊMIO ARCANJO 2023

Ficha Técnica

Idealização e direção geral: Miguel Arcanjo Prado

Júri: Adriana de Barros, Bob Sousa, Hubert Alquéres, Miguel Arcanjo Prado e Zirlene Lemos
Apoio: APAA (Associação Paulista dos Amigos da Arte) e Teatro Sérgio Cardoso
Apoio institucional: Adaap (Associação dos Artistas Amigos da Praça), SP Escola de Teatro, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo
Realização: Blog do Arcanjo
Produção executiva: Rodrigo Barros
Produção: David Godoi e Solange Correia
Assistentes de produção: Elisa Barboza, Ethieny Karen e Sabrina Sales
Direção artística da cerimônia: Bruno Narchi
Design de luz: Vini Hideki
Sonoplastia: Teatro Sergio Cardoso
DJ: Juan Manuel Tellategui
Roteiro: Miguel Arcanjo Prado
Troféu Arcanjo: Henrique Mello
Designer gráfico e redes: David Godoi
Fotografia: Annelize Tozetto, Bruno Poletti, Edson Lopes Jr. e Rafa Marques
Vídeo: Geraldo Arcanjo
Assessoria & PR Prêmio Arcanjo: Lima Comunicação
Assessoria Blog do Arcanjo: Michele Marreira
Assessoria Teatro Sérgio Cardoso: Pevi 56 – Angelina Colicchio e Diogo Locci
Redes sociais: @miguel.arcanjo @premioarcanjo #premioarcanjo

Serviço

Prêmio Arcanjo 2023
Local: Teatro Sérgio Cardoso – Sala Nydia Licia
Endereço: R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo
Data: 13 de novembro de 2023, segunda-feira, 19h30
Ingressos: Gratuito | Ingressos serão retirados apenas na bilheteria 1h antes do evento
Duração: 150 minutos
Capacidade: 827  lugares
Classificação: Livre
Redes: @premioarcanjo e @miguel.arcanjo

Sobre o Prêmio Arcanjo e Miguel Arcanjo Prado

O Prêmio Arcanjo é uma premiação anual concecida aos melhores do ano na cultura que existe desde 2019, sob idealização e direção de Miguel Arcanjo Prado, um dos mais respeitados jornalistas culturais do Brasil, criador do Blog do Arcanjo (blogdoarcanjo.com). Com 20 anos de carreira e passagens pelos principais veículos, como Globo, Record, Folha, Abril, Band, UOL e Gazeta, Arcanjo é conhecido por realizar uma cobertura cultural diversa e democrática em prol da valorização dos artistas no Brasil. É também Coordenador de Extensão Cultural e Projetos Especiais da SP Escola de Teatro, maior centro de formação das artes do palco da América Latina, instituição ligada à Secretaria da Cultura, Indústria e Economia Criativas do Estado de São Paulo.

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso

Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso mantém a tradição e a relevância conquistada em mais de 40 anos de atuação na capital paulista. Palco de espetáculos musicais, dança e peças de teatro, o equipamento é um dos últimos grandes teatros de rua da capital, e foi fundamental nos dois anos de pandemia, quando abriu as portas, a partir de rígidos protocolos de saúde. 

Composto por duas salas de espetáculo, quatro dedicadas a ensaios, além de uma sala de captação e transmissão, o Teatro tem capacidade para abrigar 827 pessoas na sala Nydia Licia, 149 na sala Paschoal Carlos Magno, além de apresentações e aulas de dança no hall do teatro.

Sobre a Amigos da Arte

A Associação Paulista dos Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão de chamadas públicas, do Teatro Sérgio Cardoso, e do Teatro de Araras, além do O Mundo do Circo SP, trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada desde 2004. 

Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus 19 anos de atuação, a Organização desenvolveu cerca de 70 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.

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Jornalista cultural influente e respeitado no Brasil, Miguel Arcanjo Prado é CEO do Blog do Arcanjo, fundado em 2012, e do Prêmio Arcanjo, desde 2019. É Mestre em Artes pela UNESP, Pós-graduado em Mídia e Cultura pela ECA-USP, Bacharel em Comunicação pela UFMG e Crítico da APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes, da qual foi vice-presidente. Coordena a Extensão Cultural da SP Escola de Teatro e apresenta o Arcanjo Pod. Eleito três vezes um dos melhores jornalistas culturais do Brasil pelo Prêmio Comunique-se. Passou por Globo, Record, R7, Record News, Folha, Abril, Huffpost Brasil, Notícias da TV, Contigo, Superinteressante, Band, CBN, Gazeta, UOL, UMA, OFuxico, Rede TV!, Rede Brasil, Versatille, TV UFMG e O Pasquim 21. Integra o júri de Prêmio Arcanjo, Prêmio Jabuti, Prêmio Governador do Estado de São Paulo, Prêmio Sesc Melhores Filmes, Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Destaque Imprensa Digital, Prêmio Guia da Folha e Prêmio Canal Brasil de Curtas. Vencedor do Troféu Nelson Rodrigues, Prêmio Destaque em Comunicação Nacional ANCEC, Troféu Inspiração do Amanhã, Prêmio África Brasil, Prêmio Leda Maria Martins e Medalha Mário de Andrade do Prêmio Governador do Estado, maior honraria na área de Letras de São Paulo.
Foto: Edson Lopes Jr.
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