Polifônica Negra reúne artistas negros em BH: veja 10 imagens do quilombo cênico

Coletivo Negras Autoras em “Eras”, espetáculo dirigido por Grace Passô – Foto: Pablo Bernardo

Por Miguel Arcanjo Prado

Chega ao fim neste domingo (7) o Polifônica Negra. O evento, que começou no último dia 3, reuniu em Belo Horizonte, no Teatro Espanca, no Tambor Mineiro e na Residência dos Silva, importantes artistas negros da cena contemporânea. O objetivo é compartilhar criações no campo das artes cênicas e “aprofundar investigações em torno das temáticas raciais”, além de refletir, partindo de um olhar negro, “de que forma reelaboramos esteticamente, criando novas poéticas”, segundo a organização, a cargo de Anderson Feliciano e Aline Vila Real. “O projeto foi pensado como um quilombo, tendo como um de seus pilares estabelecer um diálogo tenso, conflituoso e necessário em torno dos desafios de se pensar as estéticas negras na cena contemporânea e como essas produções contribuem para a ressignificação do imaginário social”, definem. Veja em dez imagens como foram os encontros, performances e espetáculos, todos com entrada gratuita.

Artistas aplaudem uma das apresentações – Foto: Lucas Bois

Grace Passô em cena de O Que Ainda Não Sabemos, do projeto Preto, da companhia brasileira de teatro – Foto: Lucas Bois

Júlia Dias fala em um dos encontros – Foto: Lucas Bois

Mariana Nunes, em primeiro plano, ao fundo, Ricardo Aleixo, Zora Tikar e Soraya Martins – Foto: Lucas Bois

O bailarino Rui Moreira – Foto: Lucas Bois

Sidney Santiago em performance na Praça Sete – Foto: Lucas Bois

Sol Miranda, Sidney Santiago e Denilson Tourinho em Panfleto Itinerante – Selo Homens de Cor – Foto: Lucas Bois

A atriz e pesquisadora Soraya Martins – Foto: Lucas Bois

Detalhe da hora do saboroso feijão tropeiro na cozinha do Tambor Mineiro – Foto: Pablo Bernardo

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