Qual foi a boa do Carnaval? Artistas respondem!

Danielle Rosa, Lauanda Varone, Leonardo Fernandes, Luiz Antônio Sena Jr., Marina Viana, Patricia Cipriano e Sidney Santiago

Por Miguel Arcanjo Prado

A folia deixou saudade em muita gente. Mas, pra matar um pouco, o Blog do Arcanjo do UOL perguntou a um time especial de artistas do nosso teatro qual foi a boa do Carnaval. Veja só o que eles responderam.

Danielle Rosa – Foto: Jennifer Glass

“A boa de todos os Carnavais foi e é a alegria, pois esta nos movimenta e vem com a endorfina, serotonina e também produz a libido! Como dizia Oswald de Andrade, ‘a alegria é a prova dos 9’!”
Danielle Rosa, atriz, São Paulo-Salvador

Lauanda Varone – Foto: Eduardo Enomoto

“A boa do Carnaval foi o desfile da Vai-Vai. Se os ensaios já foram sensacionais, o desfile foi um estrondo. Nem senti os 20 quilos da fantasia. Odoyá!”
Lauanda Varone, atriz, São Paulo

Leonardo Fernandes – Foto: Bruna Carvalho

“A boa do Carnaval foi ficar bem quietinho, ensaiando, assistino séries e filmes e dando likes nas fotos dos amigos cobertos de purpurina.”
Leonardo Fernandes, ator, Belo Horizonte

Luiz Antônio Sena Jr. – Foto: Diney Araújo

“A boa do Carnaval foi o bloco Os Mascarados em Salvador, onde a gente pode sair como quiser, sem qualquer julgamento, preconceito ou desajuste quanto ao amor lançado na avenida de boca em boca! As ruas da Barra foram marcadas pelo colorido da diversidade e do amor pra começar o Carnaval de paz, axé e encantos!”
Luiz Antonio Sena Jr., ator, Salvador

Marina Viana – Foto: Guto Muniz

“Em Belo Horizonte, a boa do Carnaval esteve onde a iniciativa da festa é popular. A boa do Carnaval ficou a quilômetros de distância da Savassi e do patrocínio de grandes marcas de cerveja.”
Marina Viana, atriz, Belo Horizonte

Patricia Cipriano – Foto: Amira Massabki

“A boa mesmo deste Carnaval foi o bloco Batom Barato. Bloco carnavalesco e beijaço cujo lema é: beijar na boca é opcional, mas passar batom é imprescindível. Como não amar?”
Patricia Cipriano, atriz, Curitiba

Sidney Santiago – Foto: Roniel Felipe

“A boa do Carnaval foi a Banda do Redondo, que perdeu este ano seu patrono, nosso eterno Carlão, general da Banda. E também o bloco afro Ilu Inã, que reascendeu a chama das tradições negras em São Paulo sob as batutas do Fernando Alabê, grande nome da música afro na cidade.”
Sidney Santiago, ator, São Paulo

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