Mulheres Ácidas: frustrações e medos femininos inspiram peça

“Mulheres Ácidas” tem situações que geram identificação com as mulheres na plateia – Foto: Vitor Vieira

Por Miguel Arcanjo Prado

As atrizes Marianna Armellini e Cristiane Wersom comemoram ter conseguido realizar um sonho antigo: montar o texto “Mulheres Ácidas”, escrito pela última.

A vontade vinha por, justamente, a peça falar de temas comuns ao mundo feminino e também tão próximos às atrizes.

Para a direção, convocaram outra mulher, Cristiane Paoli Quito, nome respeitado no teatro paulistano.

A peça traz histórias de diversas mulheres, em diferentes estágios e épocas da vida.

Suas relações, frustrações, medos, anseios e encontros embalam as histórias, que buscam despertar identificação com a plateia feminina.

“Escrevi para Mari e eu fazermos. Nos conhecemos há muito tempo e passamos várias fases da vida juntas. Agora, aos 40, a gente ficou com essa vontade de fazer um humor mais maduro. Acho que essa peça é o resultado de duas atrizes que estão repensando suas carreiras e suas posições dentro da sociedade“, conta a atriz e dramaturga Cristiane Wersom.

A obra pode ser vista até 29 de março no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo (av. Paulista, 2073, metrô Consolação), tel. 11 3170-4059). Sempre terças e quartas, às 21h.

Mas, atenção: excepcionalmente nesta terça (28) de Carnaval a sessão será às 18h. Os ingressos custam R$ 40.

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