Crônica do Arcanjo: Precisamos fazer que 2017 seja melhor

Queima de fogos recebe 2017 no Rio - Foto: Fernando Maia/Riotur

Queima de fogos recebe 2017 no Rio – Foto: Fernando Maia/Riotur/Fotos Públicas

Por Miguel Arcanjo Prado

O Ano-Novo sempre nos traz aquele desejo de que venham novos e bons tempos. Afinal, a carga do ano que passou foi grande e pesada para muitos. Assim, neste 1º de janeiro, mentalizamos coisas lindas: que sejamos mais felizes, que tenhamos mais saúde, que vivamos com mais amor, que na conta haja mais dinheiro. Enfim, que vivamos em paz.

Boa parte de nós concordamos que 2016 foi um ano turbulento e cheio de maus agouros, sobretudo no campo da conturbada economia e da política, no qual vimos artimanhas soturnas pela sede de poder que não respeitou sequer a democracia até então vigente no Brasil e pela qual tantos lutaram. Um show de horrores.

E as perdas foram enormes em todas as áreas. Desde o pensador italiano Umberto Eco até o astro do rock David Bowie, vivemos um 2016 de constantes despedidas, passando por nomes como Naná Vasconcelos, Antonio Pompeu, Tereza Rachel, Naum Alves de Souza, Prince, Umberto Magnani, Domingos Montagner, Consuelo de Castro, Guilherme Karam, Hector Babenco, Vander Lee, Ivo Pitanguy, Elke Maravilha, Geneton Moraes Neto, Chica Lopes, Goulart de Andrade, Carmen Silva, Dario Fo, Orival Pessini, Fidel Castro, Ferreira Gullar, Dom Paulo Evaristo Arns e ainda, na reta final, George Michael, Carrie Fisher e Debbie Reynolds. É, foi duro.

Contudo, devemos deixar toda essa tristeza em 2016, que já se foi.

Porque o ano começa novinho em folha. E, todos sabemos, que as mudanças realmente dependem de cada um de nós. Diariamente. Então, precisamos fazer que 2017 seja melhor. Que seja um ano mais leve, mais lindo, mais feliz.

Feliz Ano-Novo!

Veja o que estrelas do teatro desejam neste 2017

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