Rapidinhas: Satyros convoca para A Filosofia na Alcova

O ator Hugo Godinho em “A Filosofia na Alcova”, filme do Satyros que tem maior orgia do cinema brasileiro – Foto: Andre Stefano/Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Vai um cineminha?
A turma do grupo Os Satyros só tem uma obsessão nos próximos dias: lotar todas as sessões do filme “A Filosofia na Alcova”, dirigido por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez. É que a primeira semana é crucial para filmes nacionais permanecerem no cartaz.

Sessão das nove
O longa baseado na famigerada obra de Marquês de Sade pode ser visto até a próxima quarta, sempre na sessão das 21h10, no Cine Belas Artes, ali na Consolação quase com Paulista. Vai, gente.

Resistiré
Neste Brasil cada vez mais conservador e careta, comprar um ingresso para um filme como “A Filosofia na Alcova” já é ato de resistência.

Monotemático
Ivam Cabral não se cansa de convidar gente em suas redes sociais para ver o filme, que tem a maior orgia já filmada no cinema nacional, com 60 pessoas fogosas. “Desculpem se me tornei monotemático, mas não é toda hora que a gente tem um filme pra mostrar, né?”. Danado.

Cena de “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher’, em cartaz no Teatro Faap – Foto: Divulgação

Quase lá
Responsável pela tradução da peça “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher”, Cecilia Rosas é uma das finalistas do Prêmio Literário da Biblioteca Nacional de 2017 na categoria Tradução. Os nomes dos vencedores serão conhecidos no dia 28 de novembro na cerimônia de premiação, a ser realizada na sede da Biblioteca Nacional, no Rio. Vamos torcer.

Após as bombas
A obra, da bielorussa Svetlana Aleksiévitch, segue em cartaz no Teatro Faap até 17 de dezembro, com direção de Marcello Bosschar e Carolyna Aguiar, Luisa Thiré e Priscilla Rozenbaum no elenco. No espetáculo, três atrizes relatam histórias chocantes, reais e emocionantes de mulheres sobreviventes de guerra. Forte.

Cena da peça “Kiwi”, em cartaz no Teatro Eva Herz – Foto: Marcos Porto/Divulgação

Nova chance
Com direção de Lucianno Maza, a peça “Kiwi” tem nova temporada até 10 de dezembro em São Paulo. O horário é alternativo: sábado e domingo, às 15h, no Teatro Eva Herz, que fica dentro da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na av. Paulista. Chique.

Enredo
Em “Kiwi”, às vésperas da Olimpíada, uma garota é abandonada nas ruas, onde conhece pessoas que mudam sua vida. Eita.

Sagitarianos
Os atores Carolina Stofella e Juan Manuel Tellategui e o produtor e assessor teatral Fabio Camara celebram juntos seus aniversários neste sábado (25), a partir das 22h30, no Olga 17, na Barra Funda. DJ Moreno vai comandar o som. Vai bombar.

Celebração
Além dos aniversários, o trio celebra o sucesso da peça “Enquanto as Crianças Dormem” neste ano. A montagem teve quatro indicações ao Prêmio Aplauso Brasil. Olha só.

A atriz Denise Fraga, no camarim da peça “A Visita da Velha Senhora” – Foto: Bob Sousa

Ela vai
Denise Fraga confirmou presença no ato “Domingo no Parque”, neste domingo (26), às 14h, no Teat(r)o Oficina, contra as torres de Silvio Santos no tereno ao lado. Diz que São Paulo precisa mais de parques que de prédios.

Enquanto isso
Zé Celso e a turma do Oficina encerram temporada de “O Rei da Vela” no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros nesta sexta (24). Que não conseguiu ver está desconsolado. Prorroga, Sesc!

Elenco de “A Tartaruga de Darwin”, em cartaz no Sesc Ipiranga: susto na estreia – Foto: Edson Kumasaka/Divulgação

Ai, que susto!
Os artistas da peça “A Tartaruga de Darwin” e o público que compareceu à estreia na última sexta (17) foram surpreendidos com um assalto a mão armada na porta do Sesc Ipiranga, enquanto acontecia o coquetel.

Tenso
Os bandidos levaram a moto de um dos convidados, estacionada na porta do local. Antes de levá-la, apontaram a arma para convidados que estavam na calçada. Graças a Deus, ninguém ficou ferido. A temporada prossegue normalmente. De preferência, agora sem sobressaltos, né?

Ícone francês
A Edições Sesc acaba de lançar o livro “O Théâtre du Soleil: Os Primeiros Cinquenta Anos”. Béatrice Picon-Vallin narra as primeiras cinco décadas do emblemático grupo francês fundado por Ariane Mnouchkine. Imperdível.

Sou do mundo
Em uma fala no livro, Ariane Mnouchkine diz: “Eu acho que o teatro é feito para narrar o mundo, para torná-lo claro para nós e nos dar a força de compreendê-lo, e, portanto, transformá-lo. Eu não imagino esta arte sem sua relação com o mundo”. Falou e disse.

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